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Honor no Brasil: De Celulares de R$ 20 Mil a Robôs Pessoais para o Futuro

20 de julho de 2025
690 palavras, tempo de leitura de 4 minutos.

Introdução

E aí, pessoal! Beleza?

Se você achava que a briga no mercado de tecnologia no Brasil já estava boa, se prepara, porque chegou um novo jogador com um plano de jogo de outro nível. A Honor, gigante chinesa de tecnologia, não só desembarcou oficialmente por aqui com uma linha de smartphones que vai do competitivo ao luxuoso, como também revelou uma ambição que parece tirada de um episódio de Black Mirror (do lado bom, a gente espera): criar e popularizar robôs pessoais domésticos.

Em uma entrevista exclusiva ao TecMundo, o diretor da Honor na América Latina, David Moheno, abriu o jogo e detalhou a estratégia da empresa, que é uma das mais ousadas que a gente já viu. Esqueça tudo o que você sabe sobre marcas de celular; a Honor quer redefinir o que é um “dispositivo de consumo”.


A Conquista do Brasil: Celulares, Estratégia e a Promessa de Ficar

Primeiro, o presente. A Honor chegou ao Brasil com uma estratégia clara: atacar em todas as frentes. Por um lado, eles trouxeram o dobrável Magic V3, uma verdadeira joia tecnológica que custa a bagatela de R$ 20 mil.

“Vinte mil num celular?!” Calma, tem uma explicação. Segundo Moheno, é um aparelho de nicho, focado em CEOs, gamers e pessoas que precisam de uma máquina de produtividade no bolso. Com corpo de titânio e durabilidade para ser aberto e fechado por 10 anos, ele é a vitrine tecnológica da marca.

Mas, para não assustar todo mundo, a Honor também trouxe aparelhos mais “pé no chão”, como o Magic 7 Lite, na faixa dos R$ 4,6 mil, mostrando que quer brigar em todos os segmentos. A mensagem principal, no entanto, é uma cutucada direta em outras marcas que já “abandonaram o barco” no passado.

“Não estamos fazendo um negócio de curto prazo. Nossa ideia é a longo prazo. Não queremos chegar, encher o mercado de celulares e ir embora“, afirmou Moheno. A promessa é de compromisso, assistência técnica e uma presença sólida no país.


O Plano Mestre: Robôs Pessoais para Dar um Corpo à IA!

Agora, a parte que faz nosso queixo cair. O grande plano da Honor para o futuro se chama “Honor Alpha Plan”, e a ideia central é simplesmente “dar um corpo físico à inteligência artificial”.

Eles já estão na primeira fase desse projeto maluco: desenvolvendo algoritmos de movimento. E se liga: em parceria com a empresa Unitree, eles já quebraram um recorde mundial de velocidade de movimentação para um robô, atingindo 4 metros por segundo. Isso não é um aspirador de pó inteligente, é o começo de algo muito maior. O próximo passo é fabricar os protótipos para descobrir suas aplicações práticas no dia a dia.


Ponto de Atenção: Um Sonho Distante ou uma Realidade Próxima?

Vamos com calma. Apesar de todo o hype, a própria Honor admite que este é um projeto de longo prazo. Não espere encontrar um robô da marca na prateleira da loja amanhã. A fase de desenvolvimento de algoritmos é só o começo de uma jornada tecnológica complexa e caríssima. O desafio de criar um robô que seja verdadeiramente útil, seguro e acessível para o consumidor comum é gigantesco.


Conclusão: De Olho no Futuro, a Honor Quer Mais que o Seu Bolso

A chegada da Honor ao Brasil é uma das movimentações mais interessantes do mercado de tecnologia nos últimos anos. Eles não estão apenas vendendo celulares; estão vendendo uma visão de futuro.

A estratégia é clara: usar os smartphones para construir uma base forte e se estabelecer como uma marca confiável no presente, enquanto, nos bastidores, eles trabalham na tecnologia que pode revolucionar as nossas casas na próxima década. É uma aposta alta, mas se der certo, o seu próximo gadget pode não caber no seu bolso.

E aí, o que você acha dessa aposta da Honor? Você teria um robô pessoal em casa? E sobre os celulares, encara um de 20 mil? Comenta aqui embaixo, vamos trocar essa ideia!